POR QUE SENTIR MEDO É TÃO RUIM? (VENÇA SEUS MEDOS!)

COMO LIDAR COM MEDOS

Neste artigo você irá entender como determinados gatilhos agem sobre nossas emoções e como você pode lidar com medos que te assombram.

Os seis fantasmas do medo

O objetivo aqui é te direcionar à uma auto-análise para determinar qual dos seis medos mais comuns está agarrado à você. Muitas vezes eles estão escondidos no subconsciente onde é difícil de localizar e assim, eliminar.

Primeiramente, o que é o medo? O medo surge através da indecisão e da dúvida que esta gera. Estes três impedem o funcionamento do sexto sentido, que é a capacidade de analisar situações a fim de se evitar prejuízos no futuro.

Os seis medos básicos

Existem seis medos básicos que todas as pessoas sentem em algum momento da vida. Os demais medos são variações destes seis principais, que são, por ordem de frequência:

– O medo da pobreza

– O medo das críticas

– O medo da doença

– O medo da perda do amor de alguém

– O medo da velhice

– O medo da morte

Os medos são estados de espírito e estão sujeitos ao seu controle e orientação. Nada pode ser criado sem um impulso do pensamento, quer seja um pensamento voluntário ou involuntários. Através destes nosso destino pode ser determinado ou até mesmo comprometido.

O primeiro medo básico: o medo da pobreza

Não existe meio-termo entre pobreza e riqueza. O caminho para riqueza deve ser a recusa de qualquer situação que o conduza para longe dela, e o ponto de partida deste caminho é o desejo. Para ir em busca deste objetivo a única coisa que pode impulsionar a realização só depende de você – um estado de espírito que busca de fato atingir a riqueza.

O medo da pobreza é um estado de espírito, porém é o mais destrutivo de todos. Ele paralisa a sua capacidade de usar a razão, destrói a imaginação, acaba com a autoconfiança, enfraquece o entusiasmo, desencoraja a iniciativa, leva a incerteza nos objetivos, encoraja a postergação, torna o autocontrole impossível e uma infinidade de outros infortúnios. É o medo mais difícil de controlar.

Nada traz tanto sofrimento e humilhação como a pobreza! E é por isso, e através de uma longa sucessão de experiências, que se pode ser herdado o sentimento de que não podemos confiar em certas pessoas considerando posses e dinheiro. A ansiedade em possuir riquezas pode nos motivar a consegui-la de qualquer maneira possível, por meios legais ou não, se for necessário ou oportuno. A autoanálise é fundamental no processo de superação deste estado de espírito, e pode revelar fraquezas desagradáveis porém, são fundamentais. Quando começar essa autoanálise, avalie os seguintes sintomas:

– Indiferença: falta de ambição; preguiça física e mental; falta de iniciativa, imaginação, entusiasmo e autocontrole.

– Indecisão: hábito de permitir que os outros pensem por você.

– Dúvida: pode ser expressa por falsos álibis e desculpas utilizadas na justificativa de falhas ou inveja/críticas daqueles que já alcançaram o sucesso que você almeja.

– Preocupação: pode ser expressa na busca de falhas nos outros, gastando para além de suas possibilidades, descuido com a aparência pessoal, nervosismo, falta de atitude, uso de álcool e drogas.

– Cautela excessiva: hábito de procurar algo negativo em todas as situações.

– Postergação: deixar para fazer amanhã o que já deveria ter sido feito; recusa em aceitar responsabilidade; resignação diante das dificuldades.

Enfim, o dinheiro fala por si só. Milhões de homens e mulheres vivem paralisados com medo da pobreza.

O segundo medo básico: O medo das críticas

O medo das críticas retira a iniciativa das pessoas, destrói o seu poder de imaginação, limita a sua individualidade e faz desaparecer a sua autoconfiança. As críticas semeiam o medo ou o ressentimento no coração dos homens ao invés de darem origem ao amor e afeto. Esse medo é quase tão universal quanto o medo da pobreza e os seus efeitos são igualmente fatais para o êxito pessoal. Os principais sintomas deste medo são:

– Inibição: expressa geralmente no nervosismo, na timidez perante estranhos, na fuga do olhar.

– Falta de postura: pode ocasionar a falta de controle da voz, nervosismo na presença de pessoas, memória fraca.

– Falta de personalidade: ausência de firmeza nas decisões; hábito de contornar os assuntos ao invés de se enfrentar; concordar com os outros sem analisar suas opiniões.

– Complexo de inferioridade: hábito de expressar auto aprovação; usar “palavras caras” para impressionar; imitar os outros na maneira de vestir, falar e ser; gabar-se de feitos imaginários.

– Extravagância: gastar além de suas posses.

– Falta de iniciativa: medo de exprimir opiniões; falta de confiança; respostas evasivas.

– Falta de ambição: preguiça física e mental; lentidão nas tomadas de decisão; ser influenciável; aceitar a derrota sem protestar; criticar pelas costas e elogiar pela frente; desconfianças sem motivo; relutância em aceitar a culpa pelos próprios erros.

 O terceiro medo básico: o medo da doença

Este medo pode ser atribuído à hereditariedade, quer física, quer social. Intimamente ligado ao medo da velhice e ao medo da morte. A semente do medo à doença vive na mente de todos os seres humanos. A preocupação, o medo, o desânimo ou o desapontamento podem fazer com que esta semente germine e cresça. Os sintomas deste medo compõem geralmente um estado de espírito com as seguintes características:

– Autossugestão: hábito de usar negativamente a autossugestão ao procurar e esperar encontrar sintomas de todos os tipos de doenças. “Ter prazer” em sua doença imaginária e falar dela como se fosse real.

– Hipocondria: este é um termo médico para doença imaginária. O hábito de falar excessivamente de doenças, concentrando a mente neste assunto e pensar que irá acontecer. Nenhum medicamento pode curar a doença imaginária a não ser o pensamento positivo. Às vezes, a hipocondria faz tantos estragos quanto a verdadeira doença.

– Exercícios: o medo da doença interfere muitas vezes no sedentarismo, que é a inexistência do hábito de praticar exercícios físicos, originando possivelmente o excesso de peso.

– Sensibilidade excessiva: quebra as suas resistências naturais fazendo com que se tenha predisposição para a verdadeira doença.

– Autocomiseração: hábito de fingir estar doente para encobrir sua preguiça ou para lhe servir de álibi para a falta de ambição.

– Intemperança: hábito de consumir álcool ou drogas para acabar com o sofrimento.

– Hábito de ler coisas sobre doenças e de se preocupar com a possibilidade de ser atingido por ela.

Quarto medo básico: o medo da perda do amor

O ciúme e outras formas semelhantes de neurose nascem do nosso medo da perda do amor de alguém. Este medo é o mais doloroso dentre os seis medos básicos. Os sintomas deste medo são:

– Ciúme: hábito de desconfiar dos amigos e da pessoa amada.

– Implicação: hábito de implicar com amigos, parentes, parceiros de vida ou até mesmo de negócios à mínima provocação ou sem motivo.

– Jogar: o hábito de jogar, roubar, enganar ou correr riscos perigosos para arrumar dinheiro para a pessoa que ama, convicto de que o sentimento pode ser comprado.

 Quinto medo básico: o medo da velhice

Esse medo nasce de duas fontes. Primeiro, o pensamento de que a velhice pode trazer consigo a pobreza. Segundo, a preocupação generalizada com o que nos espera após a morte. Outro fator muito comum ao medo da velhice é a possibilidade da perda de liberdade (tanto física quanto econômica) e independência. Os sintomas deste medo são:

– Falta de entusiasmo: desenvolvimento de um complexo de inferioridade por causa da idade; hábito de eliminar a iniciativa, a imaginação e autoconfiança acreditando erradamente que se está velho para usar estas qualidades.

– Insegurança no discurso: hábito de usar desculpas por causa da idade.

– Vestuário e comportamento impróprios: tenta aparentar menos idade.

Sexto medo básico: o medo da morte

Para alguns, este é o mais cruel de todos os medos. Este medo está diretamente associado ao fanatismo religioso. Embora o líder religioso não possa fornecer um salvo-conduto para o céu ou para o inferno, a segunda possibilidade parece ser um tanto terrível. A simples ideia apodera-se da imaginação de uma forma tão realista que paralisa a razão e desencadeia um estado de espírito que apresenta um terrível medo da morte.

A morte é uma mera transição e por isso, não há nada depois da morte a não ser um sono longo, eterno e tranquilo e o sono não é algo a se temer. Conseguindo aceitar esta lógica, pode-se eliminar para sempre este temor. Os principais sintomas deste medo são:

– O hábito de pensar na morte: pensar na morte ao invés de aproveitar a vida. Isso acontece devido à falta de objetivos ou uma ocupação adequada. Este é um medo comum em pessoas de mais idade porém, muitos jovens são vítimas dele também. O melhor remédio para o medo da morte é um desejo ardente de realização. Uma pessoa ocupada raramente tem tempo de pensar na morte.

– Intimamente associado ao medo da pobreza: uma vez que a morte poderia deixar os entes queridos na pobreza.

– Provocado pela doença e pelo colapso da resistência física.

As causas mais frequentes do medo da morte são a doença, a pobreza, a falta de uma ocupação apropriada, a desilusão amorosa, a loucura e o fanatismo religioso.

Depois dessa leitura e de conhecer os seis principais temores, você pode ter associado alguns ou muitos à sua realidade. É importante a compreensão dos males que eles podem causar, situações que podem surgir ou até mesmo momentos que estão sendo perdidos.

Não estou dizendo que você, de agora em diante, vai se tornar um super – herói sem medo de nada! Em determinados momentos da vida é compreensível sentir medo. Porém, identificar a causa que mantém este temor presente é a chave que irá te ajudar a restabelecer seu controle emocional.

Faça uma releitura da sua vida. Tente perceber quais medos tem te dominado, consciente e inconscientemente. Aliás, é importante ressaltar que muitos medos, se não a maioria, são inconscientes.

Por exemplo, sabia que tem gente que tem medo de ganhar dinheiro? É verdade! parece bobo, mas nós somos criados, desde a infância, a PRECISAR de dinheiro e não a TER. Com essa mentalidade internalizada, nosso inconsciente acaba criando o hábito de se afastar da prosperidade. Com isso, a vida tende a ser sempre difícil, mesmo quando deveria estar tudo bem.

Acredito que esse último exemplo te deixou pensando, não é? Bom, aproveite para pensar nos demais medos e crenças que tem atrapalhado o seu desenvolvimento pessoal. E fique ligadinho aqui no blog, para acompanhar mais histórias e dicas como essa!

Na história de Suzana, que foi postada na semana passada, você poderá encontrar os efeitos do medo sobre a vida amorosa de uma pessoa. Se interessou? então, clique aqui!

Use também a imagem abaixo para refletir sobre quais sentimentos você deve minimizar e quais deve maximizar para alcançar melhores resultados!

Direcione suas energias para minimizar os medos e potencializar aquilo que pode te trazer motivação! Para te auxiliar nesta auto análise baixe GRATUITAMENTE o Diário de Emoções. .

Passe a controlar os seus medos e sua vida será muito mais feliz, acredite!

Um bem haja!

 

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